A Secretaria de Meio Ambiente e Clima (SMAC) promoveu a cerimônia de
assinatura do Termo de Colaboração entre a Prefeitura do Rio de Janeiro e o
Instituto de Direito Coletivo (IDC). Foto Divulgação SMAC
A Secretaria de Meio Ambiente e Clima (SMAC) promoveu a cerimônia de assinatura do Termo de Colaboração entre a Prefeitura do Rio de Janeiro e o
Instituto de Direito Coletivo (IDC)
A Secretaria de Meio Ambiente e Clima (SMAC) promoveu, na quarta-feira, 25/3, no Auditório do BioParque do Rio, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, a cerimônia de assinatura do Termo de Colaboração entre a Prefeitura do Rio de Janeiro e o Instituto de Direito Coletivo (IDC). A parceria tem como objetivo a realização de diagnóstico voltado à identificação das necessidades e demandas das 30 cooperativas e associações de catadoras e catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis cadastradas na Comlurb e a implementação de ações destinadas à sua legalização, capacitação, melhoria das condições de trabalho, ampliação da coleta seletiva, incentivo à reutilização e à reciclagem.
Secretária de Meio Ambiente e Clima, Tainá de Paula enalteceu os catadores de recicláveis como protagonistas da reciclagem:
— A partir desse resultado, vamos ter um diagnóstico bem claro, apresentando um relatório com dados concretos. Aproveito para parabenizar os catadores por terem construído uma trilha de desenvolvimento econômico. Se tivermos uma prática continuada de investimentos, vamos ter um caminho de bons resultados nos próximos 10 anos.
Tatiana Bastos, presidente do Instituto de Direito Coletivo (IDC), destacou que a pauta dos catadores já faz parte da história da ONG:
— A partir desse diagnóstico e da atuação individualizada com as cooperativas e as associações, vamos estabelecer uma possibilidade formal de contratação e ampliação de renda para as cooperativas e para os catadores.
Tião Santos, do movimento Eu Sou Catador, reforçou a luta da categoria e a importância do diálogo:
— Estamos disponíveis para construir uma política pública conjunta para garantir a inclusão social, o pagamento pelo serviço ambiental e o direito de nós, catadores e catadoras de materiais recicláveis, que é inegociável.
Catador e representante do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) no Rio de Janeiro, Custodio da Silva Chaves enalteceu a importância do Termo de Colaboração:
— Vinha aguardando com uma certa ansiedade a assinatura desse termo para a melhoria das nossas condições de trabalho. É um novo momento que a gente constrói no Rio de Janeiro para uma categoria que tem um histórico de lixões.











